Acha que os portugueses em geral têm informação suficiente para decidir se querem ou não consumir transgénicos?

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Sim
8% (61 votos)
Não
88% (635 votos)
Não sei
3% (23 votos)
Total de votos: 719

Comentários

Olá eu sou a JUJU e vivo no alentejo, no campo entre a natureza mas com grande procupação no que respeita ao meio ambiente.
Na minha opiniaõ muita gente nem sabe o que é o transgénico.
e os que sabem têm poucas chances de contorna-los.quer seja por falta de opção quer por falta de meios economicos.
por isso são duas coisas que devemos melhorar e obrigar os politicos a virarem-se para uma agricultura melhor para a nossa saude e dos animais que consumimos ou não e tambem para proteger o meio ambiemte.
seria bom que nos hipermercados cooperativas e outras lojas ligadas aos alimentos ou agricultura houvesse opções quer nos alimentos quer nas sementes e que estivessem bem identificados para chamar a atenção dos consumidores.
deve-se falar mais com a população boca a boca e distribuir informação pelo correio para que se fale mais sobre isso que parece que as pessoas se vão habituando e depois ja nem querem saber.

Os portugueses que vistam esta página estão minimamente informados sobre transgénicos e OGM's, ou procuram saber. A maioria não sabe sequer de que se trata, nem quer saber, e por isso não vos vem aqui visitar, É assim tanta a falta de informação, ou mais...

Por isso, como sabem, os inquéritos que por aqui fazem, não são representativos da opinião dos portugueses.

PARABÉNS pelo site e pela informação que aqui disponibilizam.

E já agora, uma sugestão: que tal passarem alguma informação na TV, pelo menos no direito de antena?

Concordo com o que já foi comentado, o português comum, em especial em idade escolar abaixo dos 18 anos, está seriamente desinformado, não porque haja falta de informação, mas por mera negação dos problemas. É uma questão de moda e uma questão de suportar a pressão que as más notícias possam ter. As pessoas estão sobre os seus limites e muitas delas até isso negam, quando o futuro é frágil, a esperança desvanece, a desarmonia na vida de cada um deixa pouco espaço para o altruísmo. Como resolver isso? Essa, é a grande questão!!!

ChaticeTuga

oh meu grande anonimo, eu faço anos hoje (18), mas ontem ja sabia isso tudo..

nós damos isto nas aulas, se fores perguntar a um velho que se senta nos lugares da stcp reservados a eles nao sabem sequer o que é isso!!

uma chatice és TUUUU

Olá a todos,

Vim aqui hoje ao vosso site, que tem informações muito importantes e interessantes, e encontrei o vosso questionario on line.

Considero que hoje em dia o país está a atravessar várias crises.
A crise ética, que está intimamente relacionada com os valores e normas de conduta de cada cidadão, diz respeito a todos.

A crise económica, embora nos afecte a todos, é "tratada" pelos peritos na questão e o mesmo se passa com a crise ambiental e alimentar, que diz respeito, por exemplo, à introdução de alimentos modificados, e que compete às entidades peritas na matéria.

Embora haja legislações que têm que ser tomadas nestas esferas,são os cientistas que têm de conhecer e estudar os transgenes e verificar se eles são ou não viáveis. Do mesmo modo, elegemos um presidente, pelo sistema democrático e compete a este decidir o melhor para a nação.

Deste modo, considero que os resultados apresentados, maioria negativa, não é relevante porque os portugueses não tÊM de ter informação necessária sobre estes organismos. Embora cada pessoa seja livre e autónoma, não tem de decidir se ingere ou não transgénicos. Se estes estão no mercado é porque foram submetidos a inúmeros estudos, metódicos e controladas, que lhe conferiram fiabilidade, caso contrário não estariam no mercado.

Car@ Anónim@,
Quando afirma que "Se estes estão no mercado é porque foram submetidos a inúmeros estudos, metódicos e controladas, que lhe conferiram fiabilidade, caso contrário não estariam no mercado." demonstra uma enorme confiança no sistema nacional e europeu de autorizações. Essa confiança faria sentido se o mundo fosse perfeito, mas tal não é o caso. Os governos e os cientistas estão sujeitos a muitas pressões e sofrem de todo o tipo de limitações. Na prática, olhando para a história da protecção da saúde e do ambiente nos últimos cem anos, vemos que o sistema falhou inúmeras vezes e que os cidadãos pagaram o custo - muitas vezes com a própria vida - dessas falhas. Exemplos não faltam: chumbo na gasolina, PCBs em sistemas eléctricos, TBT nos navios, amianto, uso generalizado de fontes de radiação, CFCs e a camada de ozono, vacas loucas... entre muitos outros.

É por isso que faz sentido desconfiar das garantias que os governos nos dão agora sobre transgénicos, garantias que a própria indústria não tem (um director da Monsanto já afirmou que os efeitos da engenharia genética são impossíveis de prever:
“Mas nós reconhecemos que com qualquer tecnologia nova e poderosa, com efeitos desconhecidos e, até certo ponto, por definição, impossíveis de antecipar, então vai haver pelo menos um nível razoável, e até talvez mais que isso, de debate e interesse públicos.”)

Se os governos descobrirem os impactos negativos desta tecnologia décadas depois de eles terem começado a fazer-se sentir, como aconteceu nos exemplos acima, não vai trazer conforto nenhum aos que tiverem sofrido na pele esses impactos que se faça um "mea culpa" tardio. De modo que, se queremos maximizar a nossa protecção, é melhor acordarmos mais cedo do que mais tarde.

Cumprimentos,
Plataforma Transgénicos Fora

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