Acha que a Plataforma Transgénicos Fora merece apoio financeiro do público para continuar o seu trabalho?

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Comentários

E clara a necessidade de intervenção e participação direta dos entes públicos, ate porque a utilização de alimentação trangenica certamente causara danos na saúde publica. Sendo assim, o apoio financeiro agora funcionara como medida preventiva de danos futuros para o próprio Estado. Alem disso, em se tratando de meio ambiente, a responsabilidade do estado e expressa, não podendo ocorrer a omissão. Na realidade, entendo se tratar de dever e não poder do estado a contribuição.

Andrea Quaresma

Se bem sei ler português, o que se pede é que os visitantes deste sítio votem pelo "Apoio DO Público" e não pelo "Apoio Público", que são duas coisas muito diversas. O apoio do público, é o apoio das pessoas, livres de contribuirem financeiramente para a prossecução dos objectivos desta plataforma. Outra coisa seria o apoio público, ou seja o financiamento pelo Estado.

Quanto aos transgénicos fazerem mal à saúde ou não, creio não estar nada ainda provado cientificamente, ou seja em resultado de estudos e ensaios devidamente planeados, estabelecidos, realizados, publicados e comprovados. Como sou leigo, não acrescento mais quanto a isto.

Há, no entanto, outro perigo, este provado e real, quanto aos transgénicos e ao domínio do mercado mundial das sementes pelas empresas transnacionais. Domínio esse já actualmente causador da erosão genética generalizada em muitos países. Para não falar do que não sei, dou o exemplo do abandono há cerca de 30 anos do programa dos milhos híbridos que se produziram em Portugal a partir dos anos de c. 1950 (nas antigas estações agrárias de Braga, Porto e Viseu ). Eram variedades conseguidas a partir de selecção de milhos regionais, cultivados há séculos (desde a sua introdução a partir de meados do século XVI) nas regiões abrangidas por aquelas antigas estações agrárias. Como estudante, ainda aprendi a história desses milhos e as suas qualidades. Depois os interesses das multinacionais mais alto se levantaram e o programa dos milhos híbridos foi abandonado. É um exemplo. Um imenso património genético vegetal (e animal) - que do ponto de vista agrícola, tem um interesse inestimável em futuros trabalhos de melhoramento - continua em grande parte por conhecer e por recolher no nosso país.

Para que a questão dos transgénicos não se torne em mero assunto de conversas de salão, como às vezes, lamentavelmente, parece, talvez os promotores desta importante iniciativa pudessem promover uma abordagem mais abrangente do assunto.

C. Coutinho (coutinhocar@gmail.com)

As acções que têm desenvolvido e que pretendem desenvolver no futuro nada têm a haver com informação transparente e independente. A grande maioria das actividades desenvolvidas pela Plataforma carecem de verdade cientifica.

Caro anónimo,

Criticar é fácil, mas quando não se apresentam provas ou sequer um exemplo as críticas começam a confundir-se com calúnias. Talvez o anonimato seja para se defender de uma queixa justa por difamação? Em todo o caso, o aspecto mais interessante do seu comentário é falar em "verdade científica". Pode indicar-nos qual é o tribunal que determina quem fala a "verdade científica"?

Anónimo, foi um prazer.

Olá "anónimo": - Para quê transgênicos? - Para os grandes produtores? Sim, porque os pequenos não precisam necessariamente aplicar agrotóxicos dado o tamanho de suas propriedades. É a produção em escala (grande mal do século) a maior utilizadora dos transgênicos. - E no caso do milho, o que dizer da contaminação do milho não transgênicos? - Vc não acha isso o suficiente para acabar com isso que a natureza não criou?
Enfim, o mal maior dos transgênicos, no caso da soja, p.ex. é o MONOPÓLIO da produção de sementes nas mãos de uma unica empresa? VC acha isso pouco ou irrelevante°

Caros,

Apenas 4 pontos que acho que merecem discussão:
Ponto 1 - É a produção em grande escala que vai matar a fome no mundo. A agricultura tem que responder por 80% da população que não produz alimentos e tem de arranjar forma de suprir as suas necessidades.
Ponto 2 - A natureza criou o milho e a soja, da mesma maneira que criou os minérios e o sol. Cabe-nos a nós captar a sua melhor essencia e adaptá-los da forma que melhor se adapte às nossas necessidades.
Ponto 3 - A produção de sementes não é monopólio de empresa nenhuma. Conheço centenas de sementeiros. Todos recebem o valor de venda do que produzem e apenas repassam para a detentora da patente (que não é apenas a Monsanto, mas também FTS, Syngenta e outros tantos detentores de bancos de sementes), o royaltie devido por uma tecologia que levou décadas a aperfeiçoar e que as sementeiras concordaram em pagar, através de contrato.
Ponto 4 - Ninguém é obrigado a plantar semente transgenica e a pagar à Monsanto ou a qualquer outra detentora de patente. O produtor é livre de plantar soja não-OGM e não tem que pagar nada a ninguém.
Ponto 5 - Brasil e Estados Unidos aceitaram os transgénicos e alcançaram a auto-suficiencia alimentar. A Europa depende do resto do mundo para se alimentar.
Cumprimentos,
Rui Simões

Caro Rui,
Agradecemos o comentário e a visita às nossas páginas. As afirmações que faz são a sua opinião, e não a verdade absoluta e universal. Se quiser apresentar referências daquilo que afirma, então podemos começar a conversar. Enquanto não soubermos em que provas se baseia, não vale a pena discutir porque não há substância para avaliar.
Cumprimentos,
Plataforma Transgénicos Fora

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