Atividades

CETA - Debate em Coimbra dia 8 de julho

Apareça pelas 18horas do dia 8 de julho de 2017 no Café Sta Cruz na Praça 8 de Maio, em Coimbra, para ouvir e debater o profundo impacto que o acordo internacional CETA (entre o Canadá e a União Europeia) vai ter para a vida e futuro de todos os portugueses. A entrada é livre. Pode também descarregar o poster abaixo e colaborar na sua divulgação, que agradecemos.

Convite — CETA: 6 temas, seis debates

A Plataforma Transgénicos Fora, a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e a Plataforma Não ao TTIP, com o apoio da FCUL e PALP/Almargem, convidam todos os interessados a estar presente no primeiro debate, de um conjunto de seis, sobre o CETA - acordo comercial entre a UE e o Canadá, que decorrerá no próximo dia 24 de fevereiro, na FCUL, entre as 9h30 e as 12h30.

Intitulado “CETA: 6 temas, seis debates – Olhares da ciência sobre o acordo comercial UE/Canadá”, este ciclo de debates pretende envolver cientistas, deputados, empresários e cidadãos na análise das implicações deste acordo de comércio e investimento. O objetivo é, em cada um dos seis debates, abordar um tema diferente: energia e alterações climáticas, agricultura, saúde e serviços públicos, direitos laborais/direitos humanos, economia e democracia.

O primeiro dos seis debates será sobre os impactos do CETA nas área da energia e das alterações climáticas e realizar-se-á no Auditório da Fundação da FCUL, no 3º piso do edifício C1, em Lisboa.

PROGRAMA

9:30 – Receção aos participantes
10:00 – Breve apresentação dos objetivos da iniciativa – Susana Fonseca – ZERO
10h 15 – A visão da APREN – Associação de Energias Renováveis – António Sá da Costa
10h 40 – As implicações para as alterações climáticas – Gil Penha Lopes – FCUL
11h 05 – Debate
12h 15 – Conclusões e encerramento

Este evento é de entrada livre, mas de inscrição obrigatória, pelo que agradecemos o preenchimento do formulário disponível para o efeito: https://goo.gl/xNklLH
Para mais informações consulte: www.facebook.com/events/245146055936751

HERBICIDA GLIFOSATO POSTO EM CAUSA POR INICIATIVA EUROPEIA DE CIDADÃOS

2017/02/08 _ Começa hoje a recolha de 1 milhão de assinaturas

Hoje dezenas de organizações não governamentais de toda a União Europeia, incluindo várias portuguesas, iniciaram a mobilização de cidadãos para banir o glifosato - mais conhecido como o herbicida Roundup da Monsanto. Em Portugal registam-se os níveis de contaminação humana mais elevados de toda a União Europeia, mais de um ano após a Organização Mundial de Saúde ter classificado este herbicida como "carcinogénio provável para o ser humano e carcinogénio provado para animais de laboratório". Por isso todos os portugueses têm particular interesse em aderir a esta ação...

Marchar contra a Monsanto em Portugal

ACTUALIZAÇÃO EM 2015/05/26 - Mais ou menos concorridas, as Marchas Contra a Monsanto desenrolaram-se com muita animação e sentido de dever em múltiplas cidades portuguesas. Algumas fotos abaixo:

Lisboa

Lagos

Coimbra


Quem acha que a Monsanto tem poder demais para estragar demais pode dizê-lo ao vivo este sábado 23 de maio de 2015 num evento de âmbito mundial - veja abaixo os eventos previstos, participe e mande-nos fotos!

LISBOA: www.facebook.com/events/1581254722145697/
PORTO: www.facebook.com/events/1573340366271296/
COIMBRA: www.facebook.com/events/480587455422343/
FUNCHAL: www.facebook.com/events/924531354265128/
FARO: www.facebook.com/events/1831860383706009/
SETÚBAL: www.facebook.com/pages/Marcha-Contra-a-Monsanto-Setúbal/1577436952495298
LAGOS: www.facebook.com/events/690530481073665/

Boicote a farinha transgénica!

 

 

2014/07/28 - A única farinha com milho transgénico atualmente à venda no país tem um nome a registar e a boicotar: P.A.N. 

De acordo com o levantamento realizado pela Plataforma Transgénicos Fora e divulgado hoje, ela encontra-se à venda em apenas duas cadeias de hipermercados: Froiz e Continente. Vale a pena optar pelas outras marcas disponíveis: só assim é possível maximizar a proteção da saúde dos consumidores destes alimentos. Se conhece quem consome desta marca de farinha de milho, alerte-os! Se a encontrar à venda, proteste junto desse hipermercado! (Basta preencher um cartão de sugestões/reclamações.) E se entender que a nossa saúde deve estar acima de qualquer interesse económico, boicote também o Froiz e o Continente até que deixem de ter esta farinha tão problemática à venda. O consumidor tem sempre razão, por muito que a farinha de milho transgénico seja legal em Portugal, e os hipermercados dão ouvidos aos clientes - é só uma questão de espalhar a mensagem!

DUAS CADEIAS DE HIPERMERCADOS DESTACAM-SE PELA FALTA DE PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR

2014/07/28 _ Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico 
A Plataforma Transgénicos Fora realizou em dez cadeias de hipermercados um levantamento das farinhas de milho provenientes de milho geneticamente modificado (GM, ou transgénico) e encontrou uma clara diferenciação entre eles. Enquanto que sete das insígnias não apresentavam qualquer item com milho transgénico nas suas prateleiras, seja em farinhas, amidos, sêmolas ou polentas, uma delas retirou imediatamente de circulação esses itens após alerta da Plataforma. Apenas duas vendiam e continuam a vender farinha de milho GM...

Reunião com o Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural

2012/07/04 - Foi hoje a reunião da Plataforma Transgénicos Fora com o responsável pelo dossier OGM no governo. Esta reunião tinha sido pedida a 20 de Março de 2012 e estiveram presentes, por parte da Secretaria de Estado, o próprio Secretário de Estado das Florestas (SEF), Dr Daniel Campelo, e a adjunta Dra Carolina Faria. O principal ponto da agenda, e o único para o qual houve tempo, foi a incapacidade demonstrada ao longo dos últimos anos pela Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) de cumprir o estabelecido pelo acórdão 169/10 do Supremo Tribunal Administrativo: permitir o acesso do público à informação sobre a localização dos terrenos com cultivo de milho transgénico. Antes de o Supremo se ter pronunciado sobre a questão a DGADR alegava que a lei não permitia essa divulgação. Após o Supremo ter esclarecido que essa informação podia (e devia) passar para o domínio público, a DGADR passou a apresentar desculpas inenarráveis que dificilmente poderão interpretar-se como estando de boa fé. Hoje o SEF ouviu a perspetiva da Plataforma nesta matéria, viu a documentação e os pareceres que a sustentam, e prometeu tomar uma decisão em tempo útil face aos nossos pedidos concretos. Aguardemos.

Páginas

Subscribe to Atividades

Gostaria de nos apoiar?

FALE CONNOSCO