|
|
|
| English Speakers |
|
Informe-se!
Posições PúblicasNotíciasActividades
Alternativas Biocombustíveis Consumo de OGM em Portugal Cultivo de OGM em Portugal Leis & Regras Política Riscos para a saúde Riscos para o ambiente Riscos para a agricultura Zonas Livres de Transgénicos Síntese de Imprensa Colabore!
Activismo para todos Seja um(a) detective OGM! Crie a sua própria zona livre! Abaixo assinado contra os OGM Inscreva-se para mais informações |
ALGUÉM QUER ARROZ TRANSGÉNICO?![]() Junho 2009 - Portugal é o país da Europa que mais come arroz, per capita. Este cereal representa um pilar central na nossa alimentação e cultura gastronómica. E até agora não havia arroz geneticamente modificado em circulação na União Europeia. Mas a paz acabou. Neste momento a Bayer, uma multinacional alemã, pretende importar para toda a União Europeia uma variedade de arroz geneticamente modificado, para consumo humano. Este arroz GM foi manipulado para aguentar elevadas doses de um herbicida (glufosinato de amónio) que mataria as variedades convencionais. Mas não há país nenhum no mundo que cultive arroz transgénico para fins comerciais e, além disso, o glufosinato de amónio é tão tóxico que já está oficialmente prevista a sua proibição na União Europeia. No entanto a Comissão Europeia quer a sua aprovação e está previsto que seja votado em Bruxelas (ainda não há data marcada) se este arroz LL62 da Bayer vai ou não poder chegar aos nosso pratos. Se houver aprovação, países como os Estados Unidos poderão começar a cultivá-lo. E a partir daí a contaminação vai liquidar o arroz não transgénico, como já está a acontecer com no milho e na soja, tornando o mundo irreversivelmente dependente de uma empresa cujo único objectivo é o lucro. É um mau negócio para todos, mas é um excelente negócio para a Bayer. Se não quiser assistir passivamente a este desfecho, assine a petição da Greenpeace contra o arroz transgénico. À medida que forem estando disponíveis, colocaremos mais informações aqui.
Milho Transgénico MON 810 - A reaprovação em marcha
2009/06/30 - O milho transgénico MON 810 foi aprovado há cerca de 10 anos na União Europeia, tendo chegado agora a altura de ser reavaliado. Apesar dos muitos artigos científicos que apontam problemas (ver o nosso Centro Documental), a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, EFSA, publicou hoje à tarde um Parecer positivo. A EFSA é a entidade a nível europeu que tem o papel da avaliação científica (ambiental e sanitária) dos transgénicos. Como, em 42 pareceres que já emitiu desde a sua criação, todos foram favoráveis à comercialização desses transgénicos, este novo avale era uma inevitabilidade. O que, apesar de todo este enviesamento, foi inesperado, foi o tratamento preferencial, quiçá reverencial, que a EFSA teve para com a Monsanto. Enquanto que hoje de manhã a EFSA ainda se recusava a divulgar o documento, ontem a Monsanto já publicava um comunicado de imprensa a congratular-se com o seu conteúdo. Ou seja, a EFSA partilha amigavelmente os seus documentos internos com as empresas que são supostas estar a ser avaliadas de forma independente. A controvérsia que isto criou levou a EFSA a acabar por publicar o documento hoje ao final da tarde. Isto é a machadada final na credibilidade da EFSA, especificamente no seu painel OGM. Se esses cientistas não conseguem cortar o cordão umbilical que os liga às empresas, está na altura de serem substituídos por quem ponha o interesse público em primeiro lugar.
Comissão Barroso chumba no exame às suas políticas sobre transgénicos
Junho 2009 - O grupo Green10, composto pelas 10 maiores associações de ambiente que trabalham a nível europeu (incluindo a Greenpeace e os Amigos da Terra) avaliaram as políticas da Comissão Europeia liderada por Durão Barroso no período 2004-2009. Relativamente aos OGM (transgénicos) verificaram que a Comissão: A avaliação do trabalho da Comissão na área dos transgénicos levou uma negativa baixa: 2 em 10 (o equivalente a 4, numa escala de zero a 20). Pode descarregar aqui o relatório completo do Green10.
Ghettos AgrícolasA única maneira de evitar que as culturas transgénicas contaminem o resto, é - de acordo com os cientistas pagos pela União Europeia para estudar o assunto no âmbito do projecto Co-Extra - ghettizar a agricultura, segregando áreas com e sem transgénicos. Yves Bertheau, da instituição francesa de investigação agronómica INRA e colaborador do projecto, afirmou na sessão pública de apresentação dos resultados finais deste trabalho: "O pólen de algumas plantas pode chegar a 30 km de distância". Para saber mais, veja aqui a notícia original da AFP.
The Risks of Genetic Engineering
Arpad Pusztai and the Risks of Genetic Engineering Arpad Pusztai was one of the first scientists to raise concerns about the safety of genetically modified foods. In the late 1990s, Pusztai, a respected molecular biologist, conducted research on GM potatoes for the Rowett Institute in Scotland. The potatoes were genetically altered to produce lectins, natural insecticides, to protect them against aphids. Pusztai conducted feeding studies on rats and found that the potatoes damaged the animals' gut, other organs, and immune system. In 1998, Pusztai expressed his concerns about GM foods on a British television program and was promptly suspended and forced to retire from his position. Dr. Pusztai's research was later peer reviewed and published in The Lancet, a leading British medical journal. Q: You were initially supportive of genetically modified foods, is that correct? Yes, I thought at the time on the basis of rather poor understanding of genetic modification that it was a good idea. As we progressed with our experimental work we found all the snags and I had to re-assess my ideas. Q: What negative impacts did you find with GM potatoes you were developing?
Nightmare At Pfizer - Injured Biotech Worker Becky McClain Speaks at 2009 Workers Memorial Day
Associação de médicos adverte contra os transgénicos e pede moratória![]() 2009/05/19 - A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAMA) levantou sérias dúvidas quanto à segurança dos transgénicos em termos da saúde humana e pediu uma moratória imediata à sua venda. A AAMA analisou a ciência disponível e concluiu que "a relação entre os transgénicos e efeitos negativos na saúde é mais do que uma mera coincidência", e que a ligação causa-efeito "é confirmada em vários estudos em animais". Ainda segundo a AAMA, os riscos para a saúde são sérios e incluem a infertilidade, desregulação imunitária, envelhecimento acelerado, desregulação de genes associados à síntese do colesterol, à regulação da insulina, à comunicação celular e à síntese proteica, e ainda alterações hepáticas, renais e gastrointestinais. A Dra. Jennifer Armstrong, presidente da AAMA, afirmou: "Os médicos provavelmente estão a encontrar estes efeitos nos seus doentes, mas não sabem colocar as questões correctas". Face a esta realidade a AAMA pediu a realização de estudos científicos independentes sobre as consequências de longo prazo dos transgénicos na saúde humana, para além de rotulagem generalizada. Para saber mais pode descarregar o comunicado de imprensa da AAMA e o relatório de reflexão da AAMA.
|