Acumulam-se as evidências científicas de que o DNA das plantas transgénicas está presente nos tecidos, incluindo leite, órgãos internos e músculos, dos animais que consomem essas rações.
Abaixo elencam-se alguns dos artigos publicados nesta área. O mais recente, de Tudisco et al., é particularmente interessante porque não só detetou o DNA transgénico no leite de cabras, como o encontrou também no sangue e tecidos (músculo, rim, figado, coração e sangue) dos filhotes que estavam a ser amamentados. Além disso os cientistas descobriram que esses filhotes apresentavam uma alteração significativa no funcionamento de uma enzima (a desidrogenase lática) presente no coração, músculo e rim.
Exatamente o que é que significa consumir leite e carne proveniente de animais que consumiram transgénicos ainda não é possível dizer. Mas a partir de agora também já ninguém pode afirmar que o DNA transgénico se degrada e desaparece durante a digestão, o que abre toda uma nova área de segurança alimentar à espera de ser estudada. Entretanto os transgénicos continuam a ser usados em rações todos os dias, em todo o país...